Pular para o conteúdo principal

Shamell tem tarde mágica na vitória do Mogi para cima do Flamengo e final inédita para ambos


Torcida mogiana vibra e delira no Hugão com a classificação do Mogi Basquete para a final do NBB

Times perfilados para o hino nacional (FOTO: Eduardo Pires) 

O Ginásio Hugo Ramos, o Hugão, teve um sábado mágico e histórico. Isso porque o Basquete de Mogi se garantiu pela primeira vez na história para a final do Novo Basquete Brasil (NBB).
A vítima da vez foi o fortíssimo Flamengo comandado pelo pivô Varejão, que não suportou a pressão da equipe mogiana em tarde inspiradíssima de Shamell, e também dos 5 mil torcedores que lotaram o ginásio. O time paulista venceu o 
terceiro jogo em quatro partidas da semifinal.

PRIMEIRO QUARTO

Muito disputado pelas duas equipes, o Mogi tentou mais arremates de três e o Flamengo aproveitou as falhas do adversário em erros bobos. O mandante estava bem através das infiltrações do ala Jimmy e das belas cestas do craque americano Shamell. O time carioca aproveitava do forte Varejão para fazer a parede e conseguir os pontos, nisso o primeiro quarto acabou 17 a 15 para o 
time paulista.

SEGUNDO QUARTO

Flamengo veio mais disposto no segundo quarto e a entrada de Marcelinho Machado, deu mais mobilidade e dinamismo ao time rubro negro. O técnico do Mogi, Guerrinha, tirou o Tyrone e colocou o ídolo Filipin, a equipe perdeu mobilidade e viu o ala Marquinhos, do Flamengo, acertar uma cesta quase impossível do meio da quadra e fechar a segunda série na frente, 37 a 36.

TERCEIRO QUARTO

A equipe mogiana não queria passar sufoco e logo resolveu atacar o Flamengo com o Shamell, o melhor dizendo, “showmell”. O americano só não fez chover, porque do resto fez tudo. Dribles desconcertantes, cestas de três, enterradas e roubadas de bola que fizeram os 5 mil mogianos ir à loucura. O Flamengo aguerrido tentou segurar o placar, mas foi inevitável. O basquete do Mogi das Cruzes começou a engolir de uma maneira a equipe carioca que nem mesmo as bolas mais fáceis caiam na cesta do adversário, resultado da terceira série foi um elástico 62 a 51.

Mogi se portou como um campeão e não deixou o Flamengo 
respirar nos dois últimos quartos do jogo (FOTO: Eduardo Pires) 

ÚLTIMO QUARTO

Perto de fazer história não só para a cidade de Mogi das Cruzes, mas para a Região do Alto Tietê, a equipe paulista estava ligada nos 220 watts e não quis brincadeira. Shamell, Tyrone, Jimmy e Fabrício enterraram as chances remotas do Flamengo de virar a partida. O Hugão ia a loucura a cada ponto que o time da casa fazia. Nem mesmo os pontos feitos por Marcelinho, Varejão e cia tiravam a alegria e entusiasmo da torcida da casa. O show do Mogi basquete foi tão grande que a equipe carioca estava entregue aos minutos finais do último quarto, só esperando o juiz apitar o final da partida e ver a equipe rival fazer história ao lado do seu torcedor. O placar final ficou em 89 a 72 para o time da casa.


O placar do Hugão mostra a vitória mogiana por 17 pontos de diferença 
          em relação a equipe rubro negra (FOTO: Eduardo Pires) 
O Mogi das Cruzes exorcizou uma sina de nunca ter eliminado o Flamengo na NBB. Os dois times se enfrentaram nas semifinais nas temporadas de 2013/14 e 2015/16, os cariocas levaram a melhor. De quebra, o ala Marcelinho Machado anunciou a aposentadoria depois da derrota, o jogador está no clube desde 2007 e conquistou ao todo 19 títulos com a camisa rubro negra.

Jogo 1 – 28/04 – Mogi 79 x 62 Flamengo – Ginásio Hugo Ramos

Jogo 2 – 4/05 – Flamengo 74 x 88 Mogi – Arena Carioca 1


Jogo 3 – 7/05 – Flamengo 71 x 64 Mogi – Arena Carioca 1


Jogo 4 – Mogi 89 x 72 Flamengo – Ginásio Hugo Ramos  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Investigação do NI denúncia nutrição de hospital particular de SP

Nutrição do Hospital Santa Clara e suas más condições de trabalho

Mamão estragada sendo entregue para pacientes e acompanhantes (FOTO: Eduardo Pires) Frutas estragadas; verduras apodrecendo; panelas sujas; vasilhas e panelas com urinas e fezes de ratos; carne vencida sendo entregues para pacientes, acompanhantes e funcionários; ratoeiras no estoque de alimentos do setor de nutrição; embalagens roídas pelos ratos que andam pelos lugares da cozinha, estoque e corredor do setor; alimentos sendo armazenados de forma incorreta, fazendo com que os produtos ficam expostos as bactérias e fungos do lugar; entre outros agravantes.
Esses casos ocorreram até o dia 30 de outubro no Hospital Santa Clara, na Vila Matilde, Zona Leste de São Paulo. Infestações de baratas, ratos, mosquitos e cupins fizeram do lugar uma desordem. Até o último dia do mês 10, a cozinha do hospital viveu dias de caos e funcionários convivendo com todo este tipo de infrações graves. Responsáveis pelo setor e também do hospital…

Projeto Centro Aberto deixa a cidade de São Paulo mais harmonizada

Com cadeiras de praia e jogos de tabuleiro, as pessoas esquecem por alguns instantes a preocupação do dia a dia.



A cidade de São Paulo está ganhando nova cara. Jogos de tabuleiro como: dominó, dama e xadrez, e mesas de ping pong, ilustra a cidade com ar de lazer e aos poucos tirar a marca registrada da cidade, considerada uma “selva de pedra”.
O projeto Centro Aberto dá a oportunidade para os pedestres relaxar quando estiverem cansados, ou até mesmo, sair do serviço e jogar um jogo de tabuleiro de xadrez gigante para esquecer os dias corridos que a capital paulista proporciona. Desenvolvido e implantado por meio de colaboração de diversas secretárias municipais como: Secretária de Desenvolvimento Urbano, Secretária de Serviços, Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social, Secretária de Direitos Humanos e Cidadania, Secretária de Segurança Urbana e Secretária de Cultura.O Centro Aberto também recebeu apoio do Metrô, que cedeu lugares para as construções das praças.
Cadeiras de prai…
Em algumas partes, o cemitério mostra o estado de abandono.

A cidade de Poá, localizada na Grande São Paulo, tem mais de 115 mil habitantes, segundo pesquisa feito pelo IBGE, em 2017.
Na década de 60 e 70, a cidade tinha cara de munício interiorano. Mas o tempo passou, com a pouca distância até a capital paulista (30 km) e o comércio chegando na cidade, Poá ganhou estados de cidade “grande”.
A Criminalidade de diversos tipos, vandalismos e a falta de segurança invadiram a cidade Os munícipes ficarem atentos à sua segurança como circuito de segurança nas casas e comércios, aumentar os muros e até colocar seguranças particulares em algumas ruas.
Mas é aqueles que já morreram? Será que eles se livraram dos maus hábitos dos seres humanos que estão na Terra? A resposta é simples, não!
O Cemitério Municipal de Poá, localizado no bairro Água Vermelha, está sofrendo vandalismo no ossário e em alguns túmulos. No prédio onde guarda boa parte dos ossos daqueles que já foram, está completamente em est…